10 de fev de 2008

Intervenção com Giz

Intervenção realizada dentro de uma sala de aula na UNIMESP. Coletivo La Panela 2006.

9 de fev de 2008

Intervenção das Bolhas



Intervenção realizada na fonte da UNIMESP. Coletivo La Panela 2006.

Glacê











Pesquisa teatral encenada na UNIMESP com texto e direção de Rodrigo Pignatari, atuações de Juliana Araujo, Juliana Seabra e Rodrigo Pignatari. Iluminação de Thinello Cabello. Produção e divulgação do Coletivo La Panela, 2006.

8 de fev de 2008

1º Salão de artes UNIMESP












Salão de artes realizado na Galeria Massami Kishi, Centro Universitário Metropolitano de São Paulo, com concepção cenográfica e trabalhos do Coletivo La Panela, Guarulhos, 2006.
Curadoria de Ricardo Coelho e Francisco Maringelli.

6 de fev de 2008

Intervindo nas Cavernas Brancas de Papel





Exposição realizada na E E Condessa Filomena Matarazzo - SP, com trabalhos de Rodrigo Motta. Produção do Coletivo La Panela, 2006.

5 de fev de 2008

Performance Ritual do Dia - a - Dia




Performance realizada por Rodrigo Motta. Produção Coletivo La Panela, Galeria Fluxos - Guarulhos, 2005.

4 de fev de 2008

Performance Mundo dos Desejos





Performance realizada por Thinello Cabello. Produção Coletivo La Panela, UNIMESP - Guarulhos, 2005.

Performance Ultra Neandertal


Performance realizada por Rodrigo Pignatari. Produção Coletivo La Panela, Galeria Fluxos - Guarulhos, 2005.

3 de fev de 2008

Semana de arte UNIMESP - FIG 2005



Exposição realizada na Galeria Fluxos, com concepção cenográfica e trabalhos do Coletivo La Panela, Guarulhos, 2005.

2 de fev de 2008

Exposição Em Busca da Terra do Sempre






Exposição realizada no Açaí Bar em São Paulo, com trabalhos de Rodrigo Motta, performance A Busca de Rodrigo Pignatari e texto de apresentação de Thinello Cabello. Produção Coletivo La Panela, 2005.

Eis que surge, o artistta inovador das velhas novidades. Mãos coladas na solidão, engolindo e expelindo gritante silêncio em forma de expressão. Constante mutação no existir em plácidas pinceladas de sonhos, cravadas na visão inconsciente do espectador. Navalha a carne dos olhos em visões permanecidas, coloridas na realidade do irreal. O sempre que sempre deixa de ser mortal, pregado em paredes, sede da terra nascida em água corrente... A busca... De peles infindas para transpor sentimentos, encontra texturas rasgantes, quentes e frias que vão tomando formas e parindo vida. Nascendo e transformando morte em pulsações voláteis e frementes. Existentes, marcantes, tocantes... Num leve toque de amargura, sentimos a alma de arttista gritante em busca da terra do sempre... Que permanece presente, mesmo em momentos ausentes...

Thinello Cabello